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Como declarar ações no Imposto de Renda 2019

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Quem comprou ou vendeu ações em 2018 ou simplesmente tinha esses papéis no ano passado precisa declarar. Prazo termina na próxima terça (30)

São Paulo – Quem comprou ou vendeu ações em 2018 ou simplesmente tinha esses papéis entre os seus investimentos no ano passado precisa declarar essas aplicações financeiras no Imposto de Renda 2019. Você é obrigado a declarar o IR simplesmente por ter ações, mesmo que não se enquadre em nenhuma outra regra de obrigatoriedade.

O sistema da Receita Federal exige que você informe vários detalhes sobre as operações. Por isso, pode ser mais chato declarar ações do que outros investimentos, como poupança ou títulos do Tesouro Direto.

Se você costuma fazer diversas operações em renda variável, o ideal é montar uma planilha para controlar todas as compras, vendas, lucros e prejuízos de 2018. Para ajudar, você pode pedir as notas de corretagem para a corretora.

Na hora de preencher a declaração, tenha essa planilha e o informe de rendimentos fornecido pela corretora em mãos. Siga o passo a passo a seguir, sem pressa:

Posse de ações

Informe as ações que você tinha até o dia 31 de dezembro de 2018 na ficha “Bens e Direitos”, com o código “31 – Ações”. Na “Discriminação”, informe a quantidade de ações que você tinha de cada empresa, se houve vendas ou compras e a data de cada operação. Utilize o informe de rendimentos fornecido pela sua corretora para preencher a sua posição em 31/12/2017 e em 31/12/2018.

O valor informado deve ser o custo de aquisição. É o preço pago pela ação multiplicado pelo número de ações mais as taxas pagas para a corretora e a bolsa de valores, como corretagem e custódia.

Contudo, se você comprou a ação de uma empresa aos poucos, e pagou preços diferentes por elas em cada compra, o custo de aquisição de cada ação deve ser o preço médio ponderado, em que o valor de compras maiores tem mais peso, multiplicado pelo número de ações.

Posse de ações

Informe as ações que você tinha até o dia 31 de dezembro de 2018 na ficha “Bens e Direitos”, com o código “31 – Ações”. Na “Discriminação”, informe a quantidade de ações que você tinha de cada empresa, se houve vendas ou compras e a data de cada operação. Utilize o informe de rendimentos fornecido pela sua corretora para preencher a sua posição em 31/12/2017 e em 31/12/2018.

O valor informado deve ser o custo de aquisição. É o preço pago pela ação multiplicado pelo número de ações mais as taxas pagas para a corretora e a bolsa de valores, como corretagem e custódia.

Contudo, se você comprou a ação de uma empresa aos poucos, e pagou preços diferentes por elas em cada compra, o custo de aquisição de cada ação deve ser o preço médio ponderado, em que o valor de compras maiores tem mais peso, multiplicado pelo número de ações.

 

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